Meu convidado gostava do futebol. Como qualquer garoto da sua idade, ele curtia uma pelada pelos campos de Paraguaçu Paulista. Desde cedo demonstrou bastante aptidão física, o que o levou também ao atletismo quando tinha 13 anos de idade. Após algum tempo dividindo-se entre os treinos de futebol e os de corrida, optou por essa última já que os resultados dependeriam apenas do seu esforço e dedicação. O exemplo dessas virtudes vinha de casa mesmo, através da sua mãe, que trabalhava na lavoura e passou para ele e o irmão os valores do trabalho e da perseverança.

Muito talentoso, começou a conquistar títulos ainda como juvenil. Dos 1.500m aos 10.000m, ele venceu tudo. Em 2018, após participar da São Silvestre pela primeira vez, teve uma lesão que o fez abandonar o esporte. Voltou para sua cidade natal e começou a trabalhar no campo como sua mãe. Ela, por sua vez, percebendo o desânimo do filho, o ajudou a sonhar novamente com a corrida. Aos poucos ele retomou os treinos e foi encorajado a tentar a carreira de corredor profissional.

Em 2019 voltou a conquistar vitórias importantes como o título de campeão da Copa Brasil de Cross Country. No ano seguinte venceu a Meia Maratona Internacional de São Paulo e os 10.000m do Troféu Brasil de Atletismo. Em 2021, mudou-se para o Quênia de olho em uma vaga para disputar a maratona nos Jogos de Tóquio. Estreou na distância com uma vitória na Maratona do Bicentenário do Peru e no mesmo ano, foi vice campeão na São Silvestre.

Em sua estréia olímpica fez história, não pelo resultado, mas pela simpatia e agressividade da sua estratégia de correr na frente, que acabou o levando a apagar, literalmente, em rede mundial. Semanas depois, em Seul, bateu o recorde Sul-Americano da maratona que já durava 24 anos. Mais recentemente, em Nova Iorque, fez mais uma vez história ao liderar boa parte da maratona mais famosa do mundo, num ritmo então inédito, até passar mal e desmaiar novamente.

Conosco aqui o campeão Sul-Americano dos 10.000m, o furacão brasileiro da maratona que conquistou a lenda Eliud Kipchoge e o atual recordista Sul-Americano dos 42.195m, o paraguaçuense Daniel Ferreira do Nascimento.

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