Episódio 79 com Vanessa Protásio

Minha convidada de hoje foi campeã da maratona do Rio em 1982, quando também venceu a primeira edição da corrida da ponte Rio-Niterói. Em sua primeira participação na Maratona de Nova Iorque, foi a brasileira mais rápida. Nada mal para uma jovem psicóloga que se apaixonou pela corrida, quando o esporte ainda engatinhava por aqui.

Episódio 71 com Cid Lopes Cardoso

Organizador do primeiro Ironman realizado no Brasil e parceiro do Núbio nas primeiras provas de triathon de Santos, Cid foi editor do jornal extinto TRIATLETA e o responsável por apresentar o RAAM aos brasileiros. Tudo isso por hobby!

Episódio 60 com Sérgio Cordeiro

Este pedagogo vem de uma família bastante humilde. Sua infância no Rio de Janeiro do final da década de 1950 e começo dos 60 foi marcada por dificuldades financeiras ao ponto de ter enfrentado a falta de ter o que comer e onde morar. Superadas as dificuldades seguiu sua vida até o dia em que, já trabalhando para a TELERJ (antiga cia telefônica do RJ), teve contato com a corrida através de um programa interno de qualidade de vida. Tinha então 27 anos e logo pegou gosto pela novidade.

Episódio 17 com Rebecca Werneck

Rebecca estreou no esporte aos 14 anos e logo começou a vencer algumas importantes provas. Aos 16 anos, em 1989, foi a melhor colocada latino-americana no primeiro Campeonato Mundial de Triathlon, em Avignon, na França. No ano seguinte mudou-se para os Estados Unidos para cursar a faculdade de Psicologia. Alguns anos mais tarde voltou ao triathlon e não parou até hoje. Conquistou diversos títulos em sua categoria, venceu algumas provas, participou de um Ironman em Kona (2012), de diversos mundiais e terminou o ano de 2017 como medalha de bronze no ranking da AWA. Hoje Rebecca se dedica à ensinar crianças o valor do esporte através da sua Kids Who Tri Succeed e treina para a distância 70.3. Ela ainda tem planos de voltar a competir em Kona.

Episódio 16 com Paulo Fontana

Das águas de São Vicente às praias de Ubatuba, no litoral de São Paulo, este surfista de carteirinha ingressou no Triathlon em 1985, já seguindo o caminho do pai, o Sr. Pier Paulo. A disciplina e dedicação herdadas da mãe e o gosto pelos treinamentos fez dele um dos melhores triatletas no final dos anos 80 e começo dos 90! Este paulistano nasceu para o esporte das três disciplinas.

Episódio 15 com Alexandre Ribeiro, parte 2

Nesta segunda e última parte da minha conversa com o grande Alexandre Ribeiro, passamos por assuntos muito legais como as 6 vitórias no Ultraman e sua participação na Race Across America. Alexandre conta com a simplicidade e humildade de sempre, como não mediu esforços para atingir seus obejtivos no esporte que se tornou seu estilo de vida. Muita garra e determinação forjaram um atleta de qualidade e personalidade singulares no esporte. Alê também fala da sua preparação física e de como lidou com as poucas lesões em sua carreira. Um exemplo de integridade a ser seguido, conheça mais um pouco desse ser humano incrível.

Episódio 15 com Alexandre Ribeiro, parte 1

Como um garoto hiperativo e "rato de praia" se torna hexa-campeão do Ultraman do Havaí? O que levou este corredor precoce a encarar o triathlon mais competitivo e famoso do mundo, com apenas 18 anos de idade? Essas respostas e tantas outras histórias você ouve aqui, no episódio de hoje com o grande Alexandre Ribeiro. Torcedor fanático do Fluminense, a personalidade mais "gente boa" do nosso esporte relembra uma época do Rio de Janeiro que dá saudades. Ele narra o começo da Maratona do Rio, suas aventuras para treinar com pouca informação e muita vontade. Relembra o começo do triathlon no Brasil em 1982 e também do período em que morou com o amigo e parceiro de treinos Dean Harper (vencedor do primeiro Wildflower Triathlon e capa da primeira edição da revista Triathlete em maio de 1983) em Sacramento nos Estados Unidos, treinando sob orientação de Marc Evans. Ele nos conta a respeito da sua estréia no Ironman do Havaí, aos 18 anos, e das várias experiências que teve em Kona, inclusive uma até então inédita 20. colocação em 1996.

Episódio 12 com a família Werneck

Neste episódio histórico do Endörfina conversei com os pais do triathlon brasileiro. Conheça aqui o casal que foi responsável por descobrir o então novíssimo esporte do triathlon (3 anos de existência) em uma conversa durante uma viagem que o casal fez a Honolulu em 1981, para cobrir a Maratona daquela cidade. Felizmente o espírito empreendedor do jornalista carioca José Inácio Werneck e sua esposa, a inglesa Dawn Webb, o fez ter a idéia de trazer o novo esporte para o Rio de Janeiro. Nascia então o triathlon brasileiro! A primeira edição, chamada informalmente de Corrida Alegre, aconteceu em fevereiro de 1982. Por exigência da Escola de Educação Física do Exército, porém, o ciclismo seria a última modalidade desta primeira prova. Dos quase mil inscritos, cerca de 320 pessoas optaram por participar das três modalidades do evento que começou com 500 metros de natação as 6h45 na Urca. Depois os participantes correram 8km pela praia de Botafogo e pedalaram do Urca até o centro da cidade passando pelo aterro, chegando no Museu de Arte Moderna. O primeiro a sair da água foi o falecido nadador olímpico (posteriormente foi cantor e ator Global) Rômulo Arantes (patrocinado para este evento pela Caloi!), seguido de perto por Carlos Roberto Dolabella e Marco Ripper (ambos da equipe HASPA). O caráter da prova foi recreativo (daí o nome) e houve mais de uma largada para quem não queria nadar. Uma matéria no jornal do Brasil, escrita por José Inácio um dia após o evento, relata a participação de uma jovem de 10 anos (Alexandra Viana) e a presença da nadadora, também olímpica, Maria Lenk como espectadora. O "pódio" masculino: Dolabella, Ripper e Rômulo.