Fernanda Keller é a mais famosa triatleta Brasileira, seis vezes pódio no Ironman do Havaí, recordista em participações e também heptacampeã do Troféu Brasil.

Episódio 71 com Cid Lopes Cardoso

Organizador do primeiro Ironman realizado no Brasil e parceiro do Núbio nas primeiras provas de triathon de Santos, Cid foi editor do jornal extinto TRIATLETA e o responsável por apresentar o RAAM aos brasileiros. Tudo isso por hobby!

Episódio 60 com Sérgio Cordeiro

Este pedagogo vem de uma família bastante humilde. Sua infância no Rio de Janeiro do final da década de 1950 e começo dos 60 foi marcada por dificuldades financeiras ao ponto de ter enfrentado a falta de ter o que comer e onde morar. Superadas as dificuldades seguiu sua vida até o dia em que, já trabalhando para a TELERJ (antiga cia telefônica do RJ), teve contato com a corrida através de um programa interno de qualidade de vida. Tinha então 27 anos e logo pegou gosto pela novidade.

Episódio 53 com Miriam Xavier

Miriam Xavier começou a praticar triathlon em 1983. A carioca foi bi campeã brasileira (1989 e 1990) nas duas principais distâncias na época, o short (atual sprint) e o triathlon Olímpico. Numa época considerada por muitos como a época de ouro da modalidade, Miriam integrou a elite ao lado de nomes consagrados como Monika Lucena (episódio #27 ) e a jovem Fermanda Keller (episódios #1 e ESPECIAL de aniversário, lançado em 2 junho 2018)

ESPECIAL Canal MTB90 com Michel Bögli

Neste episódio especial, a retransmissão da minha entrevista no canal MTB90 do meu amigo Bob Nogueira. Na conversa transmitida ao vivo pelo Facebook falamos sobre triathlon, Race Across America, mountain bike, a paixão pela bicicleta e o Endörfina. Participação de Fernando Avallone.

Episódio 48 com Lauter Nogueira

Lauter é formado em engenharia e educação física e participou do primeiro triathlon brasileiro, a Corrida Alegre em 1982. Foi técnico de alguns dos primeiros triatletas nacionais, integrou a equipe técnica da delegação de triathlon em Sydney e é comentarista da Rede Globo desde 1995.

Episódio 40 com Alexandre Maximiliano

Carioca de alma e espírito, este oceanógrafo e professor de educação física, apaixonado pelo esporte da redonda desde a infância, correu muito atrás da bola e de pipas numa época em que ainda era seguro uma criança brincar pelas ruas. Um dia sonhou em ser triatleta. Afinal, já praticava natação e chegava primeiro que seus colegas nas pipas que perseguia. Morando na cidade onde surgiu o nosso esporte, foi fácil começar a competir. Estreou em 1987, foi bronze no Ironman do Havaí na categoria até 24 anos (1995), mesmo ano em que foi vice–campeão do Troféu Brasil e bronze também no campeonato sul-americano de 1996. Sagrou-se hexa-campeão carioca de duathlon entre outros títulos!

Episódio 36 – Antônio Chaer

Meu convidado de hoje ingressou no esporte ainda muito jovem. Esse pequeno carioca, então com 14 anos, jogava volei e praticava natação, quando em 1991 experimentou seu primeiro biathlon. O convite partiu de alguns dos seus amigos, Armando Barcellos e Marcus Ornellas! Estreou nas águas geladas de Copacabana.

Episódio 34 – Íris Amoedo

Íris teve contato com diversos esportes desde cedo. Mas foi no tênis que competiu até os 16 anos, chegando a ficar entre as dez melhores brasileiras do juvenil. Se mudou para Santos com a família e começou a correr na praia, quando descobriu que levava jeito para a corrida. Depois de participar de algumas provas de rua, descobriu que haveria um triathlon na cidade. Seria a etapa santista do Troféu C&A, em 1987. No primeiro Troféu Brasil, em 1990, há exatos 29 anos, Íris foi a grande campeã.

Episódio ESPECIAL com Fernanda Keller

Nesta edição remasterizada do episódio de lançamento do Endörfina, você ouve um BÔNUS de 25' com a rainha do triathlon brasileiro. Neste episódio ela dá sua opinião a respeito dos 35 anos do triathlon nacional, sobre os 40 anos do Ironman e seus planos para Kona 2018.

Episódio 28 com Carla Moreno

Minha convidada de hoje um dia resolveu participar de um triathlon. Escolheu o mais próximo no calendário e estreou logo no quente e úmido Internacional de Santos. Sua falta de prática e experiência não foram suficientes para faze-la se intimidar. Muito pelo contrário, logo na estréia numa prova de triathlon ela foi a quarta mulher a cruzar a linha de chegada! Naquele mesmo ano, 1996, sagrou-se campeã mundial júnior.