Episódio 123 com Luiz Navas Júnior

Ele é um professor de educação física e treinador formado em 2006 pela Faculdade Integrada de Santo André. Após viver uma fase complicada na adolescência, foi encontrando seu caminho através do esporte de endurance. O começo na natação em 1991 numa academia de bairro o levou aos biathlons (como eram chamados os aquathlons na época) e três anos depois estreou no famoso Triathlon Internacional de Santos.

Episódio 121 com Roberto Azevedo

Meu convidado de hoje é uma inspiração para todos nós. Numa idade em que muitas pessoas acham que e chegada a hora de se aposentar e diminuir o ritmo, ele está vivendo o auge da sua vida esportiva. Depois de 32 anos do seu primeiro triathlon, este ex-jogador de futebol acaba de conquistar o sonho de 10 entre 10 triatletas: conquistou o título de campeão mundial justamente em Kona, no Havaí.

Episódio 115 com Vinícius Canhedo

Aos 35 anos de idade, este candango especializado em provas longas vive num ritmo alucinado, que se parece mais com um sprint do que um Ironman. Empresário dono de múltiplos negócios e triatleta profissional são também duas tarefas aparentemente incompatíveis que ele exerce com aparente facilidade.

Episódio 113 com Reinaldo Colucci

Nascido na cidade de Descalvado, interior de São Paulo, foi descoberto ao participar de provas de aquathlon para logo demonstrar um grande talento para o triathlon. Não tardou até começar a conquistar vitórias e títulos, que por sinal são praticamente incontáveis. Com muita maestria dominou provas curtas e longas.

Episódio 85 com Carlos Roberto Dolabella

Conheceremos hoje a trajetória de um surfista carioca e rato de praia que por uma intervenção divina recebeu um “chamado” para participar do Ironman do Havaí. Com o apoio da mãe , que temia pelo futuro incerto do filho, resolveu partir em busca de uma profissão. Com as ferramentas disponíveis na época começou a treinar até que veio a novidade: aconteceria no Rio o primeiro triathlon em solo brasileiro, chamado de Corrida Alegre.

Episódio 55 com Aglaé Menezes

Aglaé Menezes tem hoje 43 anos e adora estar próxima à natureza e a nadar, principalmente em competições de águas abertas. Começou a correr muito cedo, aos 8 anos e somente aos 11 foi apresentada à natação. Faltava então apenas a bicicleta, para que no ano seguinte, ela estreasse no triathlon. Deu tudo tão certo, que Aglaé foi onze vezes campeã brasiliense e tri-campeã sul americana júnior de triathlon.

Episódio 40 com Alexandre Maximiliano

Carioca de alma e espírito, este oceanógrafo e professor de educação física, apaixonado pelo esporte da redonda desde a infância, correu muito atrás da bola e de pipas numa época em que ainda era seguro uma criança brincar pelas ruas. Um dia sonhou em ser triatleta. Afinal, já praticava natação e chegava primeiro que seus colegas nas pipas que perseguia. Morando na cidade onde surgiu o nosso esporte, foi fácil começar a competir. Estreou em 1987, foi bronze no Ironman do Havaí na categoria até 24 anos (1995), mesmo ano em que foi vice–campeão do Troféu Brasil e bronze também no campeonato sul-americano de 1996. Sagrou-se hexa-campeão carioca de duathlon entre outros títulos!

Episódio 37 – Fernanda Paradizo

Filha de uma pedagoga, passou grande parte da sua infância e adolescência na escola. Além das atividades artísticas, praticou judô, handebol, basquete e vôlei. Antes dos 17 anos já ingressou na faculdade de jornalismo e dois anos depois, na faculdade de letras. Era revisora da revista Boa Forma, quando foi chamada para fazer uma matéria sobre a corrida. Conheçeu então o mestre em corrida, Wanderlei de Oliveira, que seria fator determinante no seu ingresso no mundo das maratonas, como corredora e jornalista.

Episódio 22 com Gianmarco Luiz

Curitibano de 47 anos, ingressou no esporte depois de ter ouvido de um médico, que não deveria praticar atividades físicas por ter algumas veias das pernas muito dilatadas. Em 1986, com 15 anos e contra a vontade da família, decidiu que começaria a correr. Sem treinar, inscreveu-se numa Meia Maratona e cruzou a linha de chegada com 1h32'! A dificuldade em andar na semana seguinte não o desanimou, muito pelo contrário, o fez querer iniciar os treinos do novo esporte.

Episódio 20 com Adriano Bastos

Meu convidado de hoje ingressou na corrida por incentivo do irmão mais velho, figura quase que paterna para ele. O desempenho acima da média o levou a encarar os primeiros duathlons em 1993 e logo em seguida vieram os triathlons. Dono de uma corrida sempre muito forte e com a ajuda de Marcos Paulo Reis, novas oportunidades foram surgindo até que resolveu correr sua primeira Maratona em 1998, em SP. As 2h41min impressionaram a todos, exceto ele, que sentia que ainda estava longe do seu limite! Repetiu o feito em SP no ano seguinte com o mesmo tempo, mas foi na edição de Blumenau, onde fechou com 2h28min, vencendo a categoria, e na de Curitiba, apenas dois meses depois, onde obteve a marca das 2h31min que fizeram com que recebesse a proposta que iria mudar sua vida para sempre.