Sobre Endörfinabr

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Episódio com Rodrigo Roehniss

Formado em Administração de Empresas, Rodrigo viveu um dilema cada vez mais comum nos dias de hoje. Com uma carreira no mercado financeiro a pleno vapor, se viu descontente com o estilo de vida que estava levando. Em 1996 começou a correr e transformou o hábito de observar e analisar os diferentes tipos de calçados de corrida disponíveis no mercado, criou uma nova profissão: o consultor de tênis de corrida!

Episódio com Leonardo Casadio

Corredor desde os 12 anos, este mineiro de Juiz de Fora estreou na corrida do Corcovado em 1981, vencendo sua faixa etária. Aos 14, participou por acaso do seu primeiro triathlon, a etapa carioca do Circuito Golden Cup, com a inscrição de um então amigo de seu pai! Daí em diante, participou de todas as provas entre Minas e Rio, e também das principais competições do calendário nacional, obtendo sempre resultados expressivos. Em 1988 ingressou na faculdade de odontologia e migrou para o mountain bike, fazendo parte da famosa equipe Caloi, ao lado de nomes consagrados como Ieda Botelho, Renata Osório e Jamil Suaiden. Chegou a ser top 5 no ranking brasileiro.

Episódio com Rebecca Werneck

Rebecca estreou no esporte aos 14 anos e logo começou a vencer algumas importantes provas. Aos 16 anos, em 1989, foi a melhor colocada latino-americana no primeiro Campeonato Mundial de Triathlon, em Avignon, na França. No ano seguinte mudou-se para os Estados Unidos para cursar a faculdade de Psicologia. Alguns anos mais tarde voltou ao triathlon e não parou até hoje. Conquistou diversos títulos em sua categoria, venceu algumas provas, participou de um Ironman em Kona (2012), de diversos mundiais e terminou o ano de 2017 como medalha de bronze no ranking da AWA. Hoje Rebecca se dedica à ensinar crianças o valor do esporte através da sua Kids Who Tri Succeed e treina para a distância 70.3. Ela ainda tem planos de voltar a competir em Kona.

Episódio com Paulo Fontana

Das águas de São Vicente às praias de Ubatuba, no litoral de São Paulo, este surfista de carteirinha ingressou no Triathlon em 1985, já seguindo o caminho do pai, o Sr. Pier Paulo. A disciplina e dedicação herdadas da mãe e o gosto pelos treinamentos fez dele um dos melhores triatletas no final dos anos 80 e começo dos 90! Este paulistano nasceu para o esporte das três disciplinas.

Episódio com Alexandre Ribeiro, parte 2

Nesta segunda e última parte da minha conversa com o grande Alexandre Ribeiro, passamos por assuntos muito legais como as 6 vitórias no Ultraman e sua participação na Race Across America. Alexandre conta com a simplicidade e humildade de sempre, como não mediu esforços para atingir seus obejtivos no esporte que se tornou seu estilo de vida. Muita garra e determinação forjaram um atleta de qualidade e personalidade singulares no esporte. Alê também fala da sua preparação física e de como lidou com as poucas lesões em sua carreira. Um exemplo de integridade a ser seguido, conheça mais um pouco desse ser humano incrível.

Episódio com Alexandre Ribeiro, parte 1

Como um garoto hiperativo e "rato de praia" se torna hexa-campeão do Ultraman do Havaí? O que levou este corredor precoce a encarar o triathlon mais competitivo e famoso do mundo, com apenas 18 anos de idade? Essas respostas e tantas outras histórias você ouve aqui, no episódio de hoje com o grande Alexandre Ribeiro. Torcedor fanático do Fluminense, a personalidade mais "gente boa" do nosso esporte relembra uma época do Rio de Janeiro que dá saudades. Ele narra o começo da Maratona do Rio, suas aventuras para treinar com pouca informação e muita vontade. Relembra o começo do triathlon no Brasil em 1982 e também do período em que morou com o amigo e parceiro de treinos Dean Harper (vencedor do primeiro Wildflower Triathlon e capa da primeira edição da revista Triathlete em maio de 1983) em Sacramento nos Estados Unidos, treinando sob orientação de Marc Evans. Ele nos conta a respeito da sua estréia no Ironman do Havaí, aos 18 anos, e das várias experiências que teve em Kona, inclusive uma até então inédita 20. colocação em 1996.

Episódio 14 com Antônio Manssur

Hoje recebo o "Homem Biathlon", meu amigo Antônio Manssur Filho. Dono de uma personalidade irreverente, este pai e juíz de Direito do Estado de SP compete desde 1988. Ele estima que já foram mais de 500 competições em sua carreira esportiva e não dá sinais de que vá parar tão cedo. Aos 15 anos venceu a primeira corrida à pé da qual participou, indicando o que viria a se tornar uma de suas marcas registradas: uma corrida muito forte. Ao assistir uma prova de Triathlon no Guarujá, se interessou pela modalidade. Em nossa conversa ele conta como foi esta descoberta, sua primeira competição no Hotel Fazenda Duas Marias no interior de São Paulo e sobre a maneira inusitada como conheceu o carioca Márcio Carrilho, sua primeira amizade no esporte.

Episódio 13 com Reinaldo Tubarão Bassit

Professor de Educação Física, nutricionista e Doutor em Ciências pela USP, Reinaldo Tubarão foi um boxeador amador campeão e há quase 30 anos se dedica ao triathlon, mountain bike, maratonas e ultra-maratonas, sem deixar o surfe! Conhecido por participar de diversas provas longas, muitas vezes quase na sequência umas das outras, participou do Mountain Bike 12h solo em 1999, correu mais de 30 maratonas, participou 9 vezes da ultra-maratona BR135 (217km) e 15 vezes de provas de Ironman, além de 4 vezes do Ultraman UB515. Em nossa conversa ele conta sobre suas aventuras e como encarou o triathlon quando teve contato com a modalidade ainda em 1988. Conversamos sobre treinamento, sofrimento, motivação e o estilo de vida saudável que ele leva com sua família.

Episódio 12 com a família Werneck

Neste episódio histórico do Endörfina conversei com os pais do triathlon brasileiro. Conheça aqui o casal que foi responsável por descobrir o então novíssimo esporte do triathlon (3 anos de existência) em uma conversa durante uma viagem que o casal fez a Honolulu em 1981, para cobrir a Maratona daquela cidade. Felizmente o espírito empreendedor do jornalista carioca José Inácio Werneck e sua esposa, a inglesa Dawn Webb, o fez ter a idéia de trazer o novo esporte para o Rio de Janeiro. Nascia então o triathlon brasileiro! A primeira edição, chamada informalmente de Corrida Alegre, aconteceu em fevereiro de 1982. Por exigência da Escola de Educação Física do Exército, porém, o ciclismo seria a última modalidade desta primeira prova. Dos quase mil inscritos, cerca de 320 pessoas optaram por participar das três modalidades do evento que começou com 500 metros de natação as 6h45 na Urca. Depois os participantes correram 8km pela praia de Botafogo e pedalaram do Urca até o centro da cidade passando pelo aterro, chegando no Museu de Arte Moderna. O primeiro a sair da água foi o falecido nadador olímpico (posteriormente foi cantor e ator Global) Rômulo Arantes (patrocinado para este evento pela Caloi!), seguido de perto por Carlos Roberto Dolabella e Marco Ripper (ambos da equipe HASPA). O caráter da prova foi recreativo (daí o nome) e houve mais de uma largada para quem não queria nadar. Uma matéria no jornal do Brasil, escrita por José Inácio um dia após o evento, relata a participação de uma jovem de 10 anos (Alexandra Viana) e a presença da nadadora, também olímpica, Maria Lenk como espectadora. O "pódio" masculino: Dolabella, Ripper e Rômulo.

Episódio 11 com Alexandre Manzan

Neste episódio do Endörfina conversei com outro campeão mundial, o brasiliense Alexandre Manzan. Em 1994, então com 18 anos ele sagrou-se Campeão Mundial Júnior de Duathlon na longínqua ilha da Tasmânia. Um ano antes, já havia vencido o Pan-Americano Júnior de Triathlon, feito que repetiu também em 1994. Vice-campeão do Circuito Mundial de Triathlon em 1996 e campeão de 3 etapas do Circuito Mundial no Japão (1996/98) e em Ilhéus, Bahia (1996).