Episódio 02 com Armando Barcellos

No segundo episódio do Endörfina podcast converso com Armando Barcellos. O triatleta de Niterói (que já foi considerada a capital brasileira do triathlon) conta sua trajetória no esporte desde sua estréia na Corrida Alegre, em 1982, até a participação nas Olimpíadas de Sydney, já aos 34 anos. De garoto gordinho e mimado a tricampeão do Ironman e do Troféu Brasil, entre tantos outros títulos em mais de 300 competições, ele conta algumas de suas histórias. Um dos triatletas brasileiros com mais tempo de carreira (24 anos), ele fala sobre motivação, aprender a nadar aos 15 anos de idade, seus treinos, e a admiração e amizade com outra fera, Alexandre Ribeiro.

Aproveitem!

Links mencionados no programa:

Uma lenda do triathlon brasileiro: Armando Barcellos

Corrida Alegre

Barcellos Sports

3Adistribuidora

Alexandre Ribeiro

Djan Madruga, nadador Olímpico e triatleta

Butterfly tênis de mesa

A crise citada por Armando, que freiou o ritmo do triathlon nacional, ocorreu a partir de 15 de março de 1990 quando o então presidente eleito Fernando Collor anunciou seu pacote de modernização administrativa e vitalização da economia, através do plano Collor I, que previa, entre outras coisas: a volta do Cruzeiro como moeda, o coongelamento de preços e salários, o bloqueio de contas correntes e poupanças no prazo de 18 meses e a demissão de funcionários e diminuição de órgãos públicos. O objetivo do plano, segundo Collor, era conter a inflação e cortar gastos desnecessários do governo. Porém, estas medidas não tiveram sucesso, causando profunda recessão, desemprego e insatisfação popular. Trabalhadores, empresários, foram surpreendidos com o confisco em suas contas bancárias. O governo chegou a bloquear em moeda nacional o equivalente a oitenta bilhões de dólares.